Por Simone Meirelles, editora do Comer e Curtir.
Entre os dias 25 e 29 de junho, uma press trip reúne jornalistas e influenciadores de diversas regiões do país para uma imersão por alguns dos mais representativos destinos turísticos de Minas Gerais. A iniciativa percorre 30 municípios e mais de 43 localidades, distribuídos em 14 Instâncias de Governança Regionais (IGRs), com o objetivo de ampliar a divulgação de experiências ligadas ao patrimônio histórico, à gastronomia, ao turismo de natureza e à cultura mineira. São oito roteiros diferentes e únicos. Fui convidada a participar e está sendo uma experiência enriquecedora.
Meu roteiro é o Ouro e Sabores percorre os distritos de Acuruí (Itabirito), Glaura, Rodrigo Silva, Lavras Novas e Chapada (Ouro Preto) e Bichinho (Prados). O percurso reúne antigas vilas da Estrada Real, igrejas coloniais, tradições culturais, gastronomia regional, artesanato, paisagens naturais e modos de vida preservados.
A proposta é apresentar experiências autênticas em localidades que mantêm vivas a história e a identidade de Minas Gerais, valorizando seus patrimônios materiais e imateriais, a hospitalidade, a produção gastronômica e o turismo de experiência.
Acuruí (Itabirito) Distrito localizado na Serra do Gandarela e na antiga Estrada Real, conhecido pela combinação entre patrimônio histórico, turismo rural e natureza. Entre os destaques estão a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, do século XVIII, a Capela de Nossa Senhora do Rosário, construída pelos escravizados, além de cachoeiras, trilhas e paisagens serranas.
Glaura (Ouro Preto) Um dos distritos mais antigos de Ouro Preto, integra o Caminho Velho da Estrada Real. Conserva casario colonial, atmosfera rural e importantes monumentos históricos, como a Igreja Matriz de Santo Antônio e as capelas de São Sebastião e de Nossa Senhora das Mercês. O destino também reúne fazendas históricas, áreas naturais e espaços culturais comunitários.

São Bartolomeu (Ouro Preto) – São Bartolomeu é um daqueles lugares que parecem ter parado no tempo. Distrito de Ouro Preto, a 110 km de Belo Horizonte, o vilarejo preserva o charme do século XVII, com casario histórico e uma atmosfera que traduz a verdadeira mineirice. Entre as tradições mais marcantes está a produção da famosa goiabada cascão, reconhecida como patrimônio cultural imaterial de Ouro Preto.
Lavras Novas (Ouro Preto) Antigo quilombo, é atualmente um dos principais destinos turísticos de Ouro Preto. O distrito se destaca pela forte presença da cultura quilombola, pelos restaurantes, bares, pousadas e pelas trilhas e cachoeiras que cercam a localidade.
Chapada (Ouro Preto) Pequeno vilarejo de casario preservado, próximo a Lavras Novas. Entre seus principais atrativos estão a Cachoeira do Castelinho, a Represa do Custódio, a Capela de Sant’Ana e o conjunto arquitetônico que remete ao antigo arraial minerador.
Bichinho (Prados) O distrito de Vitoriano Veloso, conhecido nacionalmente como Bichinho, consolidou-se como um dos principais polos de artesanato de Minas Gerais. Próximo a Tiradentes, reúne ateliês, lojas, restaurantes e cafés, atraindo visitantes durante todo o ano e valorizando a produção artesanal e a gastronomia regional.
Ao longo do percurso, os participantes vivenciam experiências ligadas ao turismo de natureza, à gastronomia, ao patrimônio cultural, ao artesanato e à produção local, conhecendo destinos que preservam tradições, saberes e modos de vida característicos da mineiridade. A programação inclui visitas a produtores, empreendimentos turísticos, atrativos naturais e bens históricos, ampliando a visibilidade dessas localidades para o público nacional.
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A jornalista viajou a convite do Instituto Mundu e Secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais.
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